segunda-feira, 28 de março de 2011
Dia Livre/Chuva Estudar/Sol
Porque é que chove quando não tenho nada para fazer e faz sol quando tenho de estudar? Alguém me pode explicar por favor?
quarta-feira, 23 de março de 2011
Os Homens NÃO São Santos

Por muito politicamente correctos, sensíveis e católicos que possam parecer, os homens não são santos. Não estou a dizer que as mulheres o são, mas maioria das minhas amigas (senão todas) revelam a sua verdadeira maneira de ser e pensar, enquanto os homens preferem dizer todas as frases cheias de pompons, borboletas e lantejoulas, não revelando quem realmente são. Tenho a certeza que cada uma de nós sabe pelo menos uma história de cada um dos colegas dos nossos namorados que não devem ser reveladas, desde idas a casa de meninas, traições e outras ainda mais interessantes. Contudo no meio de todos aqueles amigos mal-comportados está aquele lindo ser que nos julga, que está sempre correcto e cheio de razão, o nosso namorado. Maior parte das vezes nós (mulheres) preferimos não arranjar confusões, nem criar mais rugas na nossa bela face, o que não faz de nós cegas ou burras, talvez apenas deixemos de nos importar tanto com eles... Afinal para quê?? Nunca deixaram de ser Homens colados em frente ao computador a jogar jogos violentos ou completamente estúpidos, a ver futebol e a beber cerveja no sofá enquanto se deixam engordar, a babar-se para o decote de alguma bimba com dois pares de tetas gigantes, a ver filmes pornos (porque isso é de homem), a fazer mil e uma coisas estúpidas e sem grande propósito enquanto podiam estar na cama a dar-nos uma bem dada....
Enfim...Homens...
quarta-feira, 16 de março de 2011
domingo, 13 de março de 2011
A senhora de boina vermelha e casaco verde

Do outro lado da rua, mesmo em frente à casa do meu namorado, vive uma velhinha que traz sempre consigo o seu casaco verde e a boina vermelha ao estilo pintor parisiense. Anda muito devagarinho auxiliada pelas canadianas e passa os seus dias a fazer "maratonas" em torna do seu prédio, ou à janela de sua casa a alimentar os cães vadios como se de pombos se tratassem. Tem óculos redondos, cabelo grisalho e rugas acentuadas. Não sei se tem família, se é casada ou tem amigos, a verdade é que nunca a vi acompanhada. Não quero pensar na solidão em que possa estar, pois vejo nela o que um dia poderá ser o meu próprio reflexo.
Gosto sim de imagina-la como seria quando era nova e cheia de vida. O cabelo apanhado com caracóis pretos e a franja ondulada tapando a testa, com os lábios perfeitamente delineados pelo batom vermelho e o sorriso rasgado. Imagino o furor que faria nos bailaricos, a vontade de dançar que só acabava com o final da festa e a gentileza para com as crianças que adoravam tê-la por perto. Era certamente a mais bonita do seu bairro e todos os rapazes a cobiçavam... Provavelmente teve alguns namorados mas era com certeza demasiado exigente para com eles e pouco tempo duravam. Era exigente a nível amoroso, queria alguém carinhoso e romântico mas não demasiado lamechas, alguém forte que a protege-se mas não um bárbaro grosseirão, queria alguém inteligente mas não alguém que a fizesse sentir como uma analfabeta, um lindo homem alto e com presença mas não aguentava os olhares de outras mulheres, alguém simples mas com aquele brilho especial nos olhos mas olhando melhor nada de interessante achava, procurava o homem perfeito quando ele não existe, não sabendo ela que a perfeição não é o caminho para a felicidade...
Se calhar é por isso que esta sozinha, ou é apenas um dos milhares de idosos desgraçados que viveram uma vida simples como qualquer um de nós e que infelizmente chegaram à idade da solidão...
quinta-feira, 10 de março de 2011
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" I lock the door and lock my head
And dream of butterflies instead
The beauty of their colored wings
The trees, the grass and pretty things
Imagination fills the void of my existence "
And dream of butterflies instead
The beauty of their colored wings
The trees, the grass and pretty things
Imagination fills the void of my existence "
K´s Choise
domingo, 6 de março de 2011
Ás vezes...
Ás vezes fico negra como a noite e os meus olhos perdem o brilho, o corpo fica imóvel e só me apetece ouvir música deprimente. Ouço-a uma vez e outra vez e mais umas quantas vezes, e a musica toca como num gira-discos antigo com a agulha a acariciar delicadamente o precioso disco negro. Nestas alturas sinto-me como a tresloucada da Cassie...
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